segunda-feira, 22 de julho de 2013

Houve um homem que viveu há muitos séculos...



Houve um homem que viveu há muitos séculos e que não apenas brilhou em sua inteligência, mas era dono de uma personalidade intrigante, misteriosa e fascinante. Ele conquistou uma fama indescritível. O mundo comemora seu nascimento. Todavia, apesar de sua enorme fama, algumas áreas fundamentais da sua inteligência são pouco conhecidas. Ele destilava sabedoria diante das suas dores e era íntimo da arte de pensar. Esse homem foi Jesus Cristo.
A história de Cristo teve particularidades em toda a sua trajetória: do nascimento à morte. Ele abalou os alicerces da história humana através de sua própria história. Seu viver e seus pensamentos atravessaram gerações, varreram os séculos, embora ele nunca tenha procurado status social ou político.
Ele cresceu sem se submeter à cultura clássica do seu tempo. Quando abriu a boca, produziu pensamentos de inconfundível complexidade. Tinha pouco mais de trinta anos, mas perturbou profundamente a inteligência dos homens mais cultos de sua época. Os escribas e fariseus – que possuíam uma cultura milenar rica, eram intérpretes e mestres da lei – ficaram chocados com seus pensamentos.
Sua vida sempre foi árida, sem nenhum privilégio econômico ou social. Conheceu intimamente as dores da existência. Contudo, em vez de se preocupar com as suas próprias dores e querer que o mundo gravitasse em torno das suas necessidades, ele se preocupava com as dores e necessidades alheias.
O sistema político e religioso não foi tolerante com ele, mas ele foi tolerante e dócil com todos, mesmo com seus mais ardentes opositores. Cristo vivenciou sofrimentos e perseguições desde a sua infância. Foi incompreendido, rejeitado, zombaram dele, cuspiram em seu rosto. Foi ferido física e psicologicamente. Porém, apesar de tantas misérias e sofrimentos, não desenvolveu uma emoção agressiva e ansiosa; pelo contrário, exalava tranqüilidade diante das mais tensas situações e ainda tinha fôlego para discursar sobre o amor no seu mais poético sentido.
Muitos autores, ao longo dos séculos, abordaram Cristo em diferentes aspectos espirituais: sua divindade, seu propósito transcendental, seus atos sobrenaturais, seu reino celestial, sua ressurreição, a escatologia (doutrina das últimas coisas), etc. Quem quiser estudar esses aspectos terá de procurar os textos desses autores, pois a análise da inteligência de Cristo o investiga de outra perspectiva, de outro ângulo.
Este livro faz uma investigação talvez jamais realizada pela ciência da interpretação ou pela psicologia. Investiga a singular personalidade de Jesus Cristo. Analisa o funcionamento da sua surpreendente inteligência. Estuda sua arte de pensar, os meandros da construção de seus pensamentos nos seus focos de tensão.
A inteligência é composta de muitos elementos. Em síntese, ela se constituida construção de pensamentos, da transformação da energia emocional, do processo de formação da consciência existencial (quem sou, como estou, onde estou), da história inconsciente arquivada na memória, da carga genética. Aqui definirei a personalidade como a manifestação da inteligência diante dos estímulos do mundo psíquico, bem como dos ambientes e das circunstâncias em que uma pessoa vive. Todo ser humano possui uma inteligência, mas nem todos desenvolvem suas funções mais importantes.
Durante as quase duas décadas em que tenho pesquisado o funcionamento da mente, a construção da inteligência e o processo de interpretação, posso afirmar com segurança que Jesus possuía uma personalidade bastante complexa, muito difícil de ser investigada, interpretada e compreendida. Este é um dos fatores que inibiram a ciência de procurar investigar e compreender, ainda que minimamente, a sua inteligência.
Analisar a inteligência de Jesus Cristo é um dos maiores desafios da ciência. Após ter desenvolvido os alicerces básicos de uma nova teoria sobre o funcionamento da mente, comecei a me envolver nesse enorme e estimulante projeto que é investigar a personalidade de Jesus. Foram anos de estudo, em que procurei, dentro das minhas limitações, fugir das respostas aleatórias e das explicações científicas superficiais.
Interpretar a história é uma tarefa intelectual das mais complexas. Significa reconstruí-la e não resgatá-la de maneira pura. Reconstruir os fatos, ambientes e circunstâncias do passado é um grande desafio. Se o leitor tentar resgatar as suas experiências mais marcantes, verificará que isso frequentemente reduz a dimensão das dores e dos prazeres vividos no passado. Estudaremos este assunto. Todo resgate do passado está sujeito a limitações e imperfeições. Este livro, que é um exercício de interpretação psicológica da história, não foge à regra.
Se interpretar a história é uma tarefa intelectual complexa e sinuosa, imagine como deve ser difícil investigar a inteligência de Cristo, os níveis de sua coerência intelectual, sua capacidade de gerenciar a construção de pensamentos, de transcender as ditaduras da inteligência, de superar as dores físicas e emocionais e de abrir as janelas da mente das pessoas que o cercavam.
Jesus possuía uma personalidade difícil de ser estudada. Suas reações intelectuais e emocionais eram tão surpreendentes e incomuns que ultrapassam os limites da previsibilidade psicológica. Apesar das dificuldades, é possível viajarmos por algumas avenidas fundamentais do seu pensamento e compreendermos algumas áreas importantes da sua inteligência.
(Leia mais na coletânea de livros Analise da Inteligência de Cristo, do escritor Augusto Cury)

sábado, 13 de julho de 2013

Pessoas complicadas...


Em criança, Einstein teve vários problemas de aprendizagem: até aos quatro anos não era capaz de falar, e mesmo aos nove ainda tinha algumas dificuldades. Na escola foi infeliz. Os professoras não conseguiam compreende-lo, e descreviam-no como uma criança um pouco lenta, anti-social e sempre sonhador. O próprio Einstein escreveu mais tarde: “O espírito de descoberta e o pensamento criativo perdem-se na aprendizagem mecânica [da escola].

Apesar das suas dificuldades de aprendizagem, Albert Einstein era um génio da matemática. A partir dos 10 anos começou a estudar sozinho, com o apoio do seu tio Jacob que lhe emprestava livros de álgebra e lhe enviava alguns problemas matemáticos para resolver.

Einstein era um aluno medíocre, excepto em matemática e física. No sétimo ano, um professor chegou a dizer-lhe: “Tu nunca vais ser nada na vida”. ( http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/-span--b-Sociedade-b---span--%281%29/Fotogaleria-%28367%29.aspx )

Muitos cientistas e homens que brilharam na sociedade foram, no passado, pessoas complicadas.
Brilharam porque alguém investiu neles. As pessoas que mais lhe causam problemas hoje poderão vir a ser as que mais lhe darão alegrias no futuro. Invista nelas! Plante sementes e espere que os anos passem.
Esse é o único investimento em que jamais se perde, sempre se ganha. E se as pessoas em que você  investiu não ganharem, você ganhará: Experiência, paz interior e consciência de que fez o melhor possível.

De nada adianta disfarçar, dissimular e teatralizar comportamentos. Não é a quantidade de erros que determina a grandeza de um discípulo, mas sua capacidade de reconhecê-los. (Joyce Meyer)
O fariseu e o publicano; Lucas 18:9-14

As correntes do pecado...


Não há nada mais pesado do que o pecado. Não percebemos quanto ele é pesado até que sintamos seu peso esmagador trazendo morte para nossa alma. Não sentimos quanto ele é destrutivo até que demos de cara com o muro que se ergue entre nós e Deus por causa do pecado.
Por isso é melhor confessar cada pecado assim que nos damos conta dele e deixar nosso coração puro e reto imediatamente.
Uma coisa é reconhecer que você fez algo de errado; outra é entristecer-se com isso a ponto de resolver com determinação jamais fazer tal coisa de novo. Isso é arrependimento.

Senhor, busco em ti tudo de que preciso em minha vida. Ajuda-me a colocar todas as minhas expectativas sobre ti.

"Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança". Salmo 62:5