sábado, 13 de julho de 2013

Pessoas complicadas...


Em criança, Einstein teve vários problemas de aprendizagem: até aos quatro anos não era capaz de falar, e mesmo aos nove ainda tinha algumas dificuldades. Na escola foi infeliz. Os professoras não conseguiam compreende-lo, e descreviam-no como uma criança um pouco lenta, anti-social e sempre sonhador. O próprio Einstein escreveu mais tarde: “O espírito de descoberta e o pensamento criativo perdem-se na aprendizagem mecânica [da escola].

Apesar das suas dificuldades de aprendizagem, Albert Einstein era um génio da matemática. A partir dos 10 anos começou a estudar sozinho, com o apoio do seu tio Jacob que lhe emprestava livros de álgebra e lhe enviava alguns problemas matemáticos para resolver.

Einstein era um aluno medíocre, excepto em matemática e física. No sétimo ano, um professor chegou a dizer-lhe: “Tu nunca vais ser nada na vida”. ( http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/-span--b-Sociedade-b---span--%281%29/Fotogaleria-%28367%29.aspx )

Muitos cientistas e homens que brilharam na sociedade foram, no passado, pessoas complicadas.
Brilharam porque alguém investiu neles. As pessoas que mais lhe causam problemas hoje poderão vir a ser as que mais lhe darão alegrias no futuro. Invista nelas! Plante sementes e espere que os anos passem.
Esse é o único investimento em que jamais se perde, sempre se ganha. E se as pessoas em que você  investiu não ganharem, você ganhará: Experiência, paz interior e consciência de que fez o melhor possível.

De nada adianta disfarçar, dissimular e teatralizar comportamentos. Não é a quantidade de erros que determina a grandeza de um discípulo, mas sua capacidade de reconhecê-los. (Joyce Meyer)
O fariseu e o publicano; Lucas 18:9-14

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